Mercado Livre de Energia

Energia Livre

Sabemos que a energia é um dos insumos mais consumidos nas empresas e, no Brasil, também é um dos mais caros. Devido a isso, temos visto grandes companhias aderir cada vez mais o mercado livre de energia para gestão de recursos, já que ela permite negociar itens como condições de contrato, preços, prazos e, ainda, reagir às oscilações do setor. O mercado livre de energia já é responsável por cerca de 30% do consumo energético no Brasil.

Essa modalidade de compra de energia vem sendo utilizado pelas empresas como alternativa na redução de custos com energia elétrica, principalmente após os últimos aumentos do custo da energia que tivemos no Brasil.

Nessa modalidade de compra de energia livre, o consumidor tem a possibilidade de traçar estratégias de contratação e escolher entre os diversos tipos de contratos, aquele que melhor atenda às suas expectativas de custo e benefício, podendo ter economias substanciais em relação ao mercado cativo.

Mercado Livre de Energia

No Mercado Livre de Energia os consumidores podem escolher seu fornecedor de energia livremente, entre os agentes de mercado autorizados pela ANEEL e pertencentes ao SIN (Sistema Interligado Nacional). Neste caso, o consumidor continua utilizando o sistema elétrico da Distribuidora Local, arcando com uma espécie de “pedágio”, que é cobrado através da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Demandas). Já a parcela do Consumo deixa de ser cobrada pela concessionária e é negociado diretamente com o gerador, o que contribui para redução de custos em relação ao ACR.

Essa possibilidade de escolha de fornecedor potencializa flexibilidade de condições e de preços e volumes fixos.

Paralelamente para o usuário de energia de fontes primária incentivada (Solar, Eólica, Biomassa, PCH…), o Governo Federal promove incentivos específicos, que se traduzem no formato de desconto sobre as tarifas de serviços das distribuidoras (TUSD) e transmissoras (TUST)

A principal vantagem neste ambiente é a possibilidade de o consumidor escolher o seu próprio fornecedor de energia. Neste caso, a distribuidora continua sendo responsável pela entrega, qualidade e garantia do fornecimento.

– O Consumidor paga à Distribuidora pelo serviço de entrega (“fio”) da energia.

– O Consumidor paga ao Gerador/Comercializador o valor da energia contratada.

– Os registros de energia são feitos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, órgão do governo responsável pela contabilização e registros dos contratos de energia.

– QUEM PODE PARTICIPAR?

Consumidores especiais

São aqueles consumidores cuja demanda de energia em qualquer segmento horário, isto é, Ponta ou Fora de Ponta, for contratada de 500 kW (0,5 MW) até 3.000 kW (3 MW), podendo ser cargas únicas ou a soma de cargas, desde que sejam empresas coligadas com comunhão de interesse, isto é, mesmo CNPJ (empresas de mesmo grupo empresarial).

Este tipo de consumidor pode adquirir, no mercado livre, energia de qualquer fonte de geração, seja ela hidrelétrica, termoelétrica, solar, biomassa, PCHs, eólica, etc.

Este tipo de consumidor, no mercado livre, somente pode adquirir energia de fontes incentivadas, que são:

– PCHs: Pequenas Centrais Hidrelétricas, que são usinas hidrelétricas com potência instalada de até 30.000 kW (30 MW);

– Biomassa: Termelétricas cujo combustível seja, por exemplo, bagaço de cana de açúcar, casca de arroz, detritos urbanos, etc.;

– Eólica: Fonte de geração que utiliza a força dos ventos;

– Solar: Fonte de geração que utiliza a energia do sol;

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